palestras e formações

tem conversa que só acontece se alguém puxar

palestras, oficinas e rodas de conversa para empresas, escolas, universidades, coletivos e eventos. comportamento, masculinidade saudável, raça e paternidade. e também tecnologia, que é como eu construí tudo isso.

pedir uma proposta presencial e online. português e inglês.
denison luz falando em pé para uma sala cheia na fábrica cultural, em salvador, com o público sentado acompanhando
workshop “o pensar e o fazer cultural”, fábrica cultural, salvador.

não troquei a engenharia
pela comunicação

eu uso uma para fazer a outra. quinze anos escrevendo software em londres, e é a mesma cabeça que hoje mede 44 mil comentários e transforma isso em conversa.

o que eu levo pra sua empresa

quatro formatos. o que muda entre eles é quanto a sala fala, e por quanto tempo.

  • palestra45 a 60 minutosabertura de evento, semana de diversidade, sipat, aula inaugural, encontro de coletivo. a plateia sai com nome pro que ela já sentia e não sabia dizer.
  • oficina2 a 4 horasformato de mão na massa, com material e resultado concreto. pra quem quer prática, não inspiração.
  • roda de conversa1 hora, grupo menormediada, com participação real e proteção de quem fala. é o formato onde eu vejo mudança mais rápido.
  • sessão de liderançafechada, 1 a 2 horascom gestores, comitês de diversidade ou a coordenação de um projeto. sobre cultura, clima e o que o silêncio custa a um grupo.

não é falta de informação. é falta de conversa.

quase todo mundo já sabe o que é certo dizer. o que falta é um espaço onde as pessoas consigam dizer o que realmente pensam, sem medo de errar a palavra. abrir esse espaço, e segurar ele de pé por uma hora, é o meu trabalho.

os temas

cada tema tem dois nomes: o que faz as pessoas quererem entrar na sala, e o que faz o orçamento aprovar.

o que os homens não falam

por que homens aprendem a sentir mas não a mostrar, e o preço disso na saúde, no time e em casa. o tema mais evitado e o de reação mais forte.

na rubrica: saúde emocional masculina, clima organizacional, retenção

letramento racial sem constrangimento

como falar de raça no trabalho sem paralisar a sala. o que dizer quando a piada acontece, e o que fazer depois dela.

na rubrica: equidade racial, cultura, compliance, canal de denúncia

paternidade e presença

o que muda num homem quando ele vira pai, e por que a empresa que ignora isso perde gente boa em silêncio.

na rubrica: parentalidade, licença, permanência e benefícios

comunicação e escuta em times

a diferença entre ouvir e escutar dentro de uma equipe, e por que a maior parte dos conflitos é de tradução, não de conteúdo.

na rubrica: cultura organizacional, liderança, desenvolvimento

tecnologia para crescer sem equipe

como uma pessoa sozinha usa dados e ia para escolher pauta, entender audiência e transformar seguidor em cliente. não é aula de ferramenta: é a minha operação aberta na tela, com o que funcionou e o que eu joguei fora.

na rubrica: inovação, transformação digital, produtividade, marketing

o que os dados da sua audiência já estão dizendo

curtida é métrica de vaidade. comentário é gente falando. como ler o que a sua audiência escreve, classificar em escala e virar decisão de conteúdo, produto e atendimento.

na rubrica: dados, cx, marketing, inteligência de mercado

por que eu, e não outro palestrante

quatro coisas que quase ninguém junta no mesmo currículo.

  • eu não abandonei a engenharia. eu uso ela todo dia. foram quinze anos escrevendo software em londres, e a operação que sustenta a minha audiência hoje fui eu que construí: o sistema que puxa os dados das redes, classifica os comentários e vira pauta na manhã seguinte. quando eu falo de audiência, eu falo de uma coisa que eu montei, não de um relatório que alguém me entregou.
  • eu não opino sobre comportamento. eu meço. 44 mil comentários da minha audiência analisados com dados. o que as pessoas sentem, sobre o quê, e o que elas só dizem quando acham que estão falando sozinhas.
  • eu vim de dentro do corporativo. times internacionais, reunião de segunda, avaliação de desempenho. sei o que é engolir um comentário e seguir trabalhando. não venho explicar de fora o que acontece dentro da sua empresa.
  • eu falo com quem normalmente não vai à palestra. mais de 265 mil pessoas acompanham essa conversa todo dia, boa parte homens que nunca entraram numa formação de diversidade por vontade própria.
denison luz trabalhando no computador em um espaço corporativo em londres

a base do que eu falo

não é audiência de passagem. é gente que parou, respondeu e voltou.

267 mil
pessoas na comunidade
45 mil
comentários analisados com dados
7,5 mi
visualizações somadas

números ao vivo, do painel editorial. atualizados em 20/07/2026.

a última

para você ver o formato acontecendo, e não só descrito.

cartaz do workshop o pensar e o fazer cultural, na fábrica cultural, com denison luz como convidado

o pensar e o fazer cultural

uma manhã com fazedores de cultura de base sobre comunicação, propósito e como transformar um projeto cultural em conversa clara nas redes. plateia majoritariamente de mulheres, participativa do começo ao fim. o que eu levei não foi teoria de marketing: foi o meu próprio método, com os dados da minha audiência abertos na tela.

  • quando14 de julho de 2026
  • ondefábrica cultural, largo da ribeira, salvador
  • formatoworkshop, dentro do ciclo de elaboração de projetos
  • meu papelconvidado
  • realizaçãofábrica cultural, com parceria do instituto pensar
  • apoioministério do empreendedorismo, da microempresa e da empresa de pequeno porte
ver o registro no instagram ↗
25 segundos da fala. dá pra ver o formato antes de contratar.
denison luz falando de pé ao lado da tela, que mostra o slide sobre o que a criação de conteúdo ensina
o slide na tela: entender pessoas, construir confiança, testar linguagem, transformar dor em narrativa.
plateia do workshop sentada e atenta, majoritariamente mulheres negras
a sala, majoritariamente de mulheres, do começo ao fim.
foto de grupo com cerca de trinta e cinco participantes do workshop e denison luz, em frente ao casarão do largo da ribeira
a turma, no fim da manhã, no largo da ribeira.

pra quem eu costumo falar

quem contrata, normalmente, é uma dessas pessoas.

rh e comitês de diversidade
escolas e universidades
coletivos culturais e pontos de cultura
grupos de mulheres e de juventude
produtores de evento e festivais
associações e entidades setoriais
lideranças e conselhos
marcas com agenda de cultura interna

perguntas frequentes

o que costumam me perguntar antes de fechar.

como funciona a contratação?

você manda um e-mail com o tema, a data, o formato e o perfil do público. eu respondo com uma proposta que inclui o recorte sugerido, a duração e o valor. se fizer sentido, a gente ajusta o conteúdo junto antes do dia.

quanto custa uma palestra do denison luz?

o valor depende do formato, da duração, do deslocamento e do tipo de organização. empresa, universidade pública e ong têm condições diferentes. me escreve com o contexto e eu envio a proposta.

denison luz atende fora da bahia?

sim. atendo em todo o brasil e fora dele, presencial ou online. em viagem, o custo de deslocamento e hospedagem entra na proposta, combinado antes.

denison luz fala em inglês?

sim. vivi quinze anos em londres e atendo em português e em inglês, inclusive para times internacionais e empresas com operação fora do brasil.

qual a diferença entre a palestra e a oficina?

na palestra eu falo e a plateia responde no fim. na oficina as pessoas trabalham, com material e um resultado concreto pra levar. palestra abre o assunto pra muita gente de uma vez. oficina muda a prática de um grupo menor.

dá pra adaptar o tema para o meu público?

não só dá como é o normal. o mesmo tema muda bastante se a plateia é de liderança, de operação ou de estudantes. essa conversa acontece antes, e é ela que faz a sessão funcionar.

me conta o que o seu público precisa ouvir

manda o tema, a data e o perfil do público. se eu não for a pessoa certa pra isso, eu digo, e indico quem for.

pedir uma proposta